Notabanca soube hoje de alguns professores, que o Executivo liderado por Úmaro Sissoko Embaló cancela o salário deste mês de todos os professores guineenses.
Os professores consideram a decisão de “abuso de poder”.
Conforme os docentes, neste
momento está a ser registadas as faltas de greve para serem processadas e
consequente desconto aos docentes.
“Este Governo não entende
nada. Nós estamos em greve. O que poderiam fazer é descontar as faltas de
greve, não cancelar os nossos salários,” defendem uns professores desapontados
com o cenário. 
Armando Correia Landim, vulgo “Papa Landim” disse que é absurdo ver pais e encarregados de educação a aplaudirem políticos quanto deveriam exigir escola para os seus educandos.
“Convocar uma manifestação no setor de ensino não aparecem país. Mas para bater palmas aos políticos isso sim, todo o mundo dançar quando os seus filhos são restringidos direito a escola,”- “Papa Lamndim”.
De referir que decorre a greve de quinze dias nas escolas publicas.
Notabanca; 21.11.2017
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